30/10/2023
Pela primeira vez, a Bahia foi convidada a apresentar os resultados no manejo de espécies exóticas invasoras no território do PAT Chapada Diamantina-Serra da Jiboia, durante a Conferência Internacional sobre Ecologia de Invasão Biológica de Plantas. O encontro ocorreu entre os dias 23 e 27 de outubro, e o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) representou o Governo do Estado.
O objetivo da conferência é fomentar a troca de experiências e elaborar soluções para o problema da invasão biológica de plantas. As apresentações têm o intuito de facilitar o intercâmbio de conhecimentos entre pesquisadores e gestores, abordando a identificação de espécies exóticas invasoras, métodos de controle e perspectivas para reduzir os impactos causados por essas espécies.
Países como Nova Zelândia, África do Sul, Canadá, Austrália, Portugal, México, Inglaterra, França, Porto Rico, Uruguai, Paraguai, Argentina e Brasil, além do Chile, que sediou a conferência este ano, participaram para mostrar os esforços conjuntos da academia e do setor público na abordagem desse desafio, que resulta na perda da biodiversidade nativa.
O trabalho apresentado pela bióloga do Inema, Sara Alves, incluiu a capacitação dos colaboradores nas Unidades de Conservação (UCs) Parque Estadual Serra do Conduru e Estação Ecológica Estadual do Rio Preto e a identificação, mapeamento e controle em uma área piloto no território do PAT Chapada Diamantina-Serra da Jiboia, bem como a colaboração na elaboração de um documento com as principais fortalezas e fragilidades desse modelo de gestão.
"Foi um desafio significativo, mas ao mesmo tempo uma oportunidade única para apresentar os resultados de uma parceria de 10 anos com o Instituto Horus e o apoio do GEF Pró – espécies, para pesquisadores de vários países", disse a bióloga, que destacou também a publicação no Diário Oficial do Estado da Bahia, em 1º de junho de 2023, da lista de espécies exóticas invasoras da Bahia na Portaria SEMA/INEMA n°53.
A Emapi é uma Conferência Internacional dedicada à Ecologia e Gestão de Invasões de Plantas Exóticas. Realizada a cada dois anos, reúne pesquisadores de diversos países engajados em projetos de identificação e manejo de espécies exóticas invasoras. Seu objetivo é avaliar e reduzir os impactos dessas espécies sobre a flora nativa. Em 2025, o evento terá lugar na Nova Zelândia.
O objetivo da conferência é fomentar a troca de experiências e elaborar soluções para o problema da invasão biológica de plantas. As apresentações têm o intuito de facilitar o intercâmbio de conhecimentos entre pesquisadores e gestores, abordando a identificação de espécies exóticas invasoras, métodos de controle e perspectivas para reduzir os impactos causados por essas espécies.
Países como Nova Zelândia, África do Sul, Canadá, Austrália, Portugal, México, Inglaterra, França, Porto Rico, Uruguai, Paraguai, Argentina e Brasil, além do Chile, que sediou a conferência este ano, participaram para mostrar os esforços conjuntos da academia e do setor público na abordagem desse desafio, que resulta na perda da biodiversidade nativa.
O trabalho apresentado pela bióloga do Inema, Sara Alves, incluiu a capacitação dos colaboradores nas Unidades de Conservação (UCs) Parque Estadual Serra do Conduru e Estação Ecológica Estadual do Rio Preto e a identificação, mapeamento e controle em uma área piloto no território do PAT Chapada Diamantina-Serra da Jiboia, bem como a colaboração na elaboração de um documento com as principais fortalezas e fragilidades desse modelo de gestão.
"Foi um desafio significativo, mas ao mesmo tempo uma oportunidade única para apresentar os resultados de uma parceria de 10 anos com o Instituto Horus e o apoio do GEF Pró – espécies, para pesquisadores de vários países", disse a bióloga, que destacou também a publicação no Diário Oficial do Estado da Bahia, em 1º de junho de 2023, da lista de espécies exóticas invasoras da Bahia na Portaria SEMA/INEMA n°53.
A Emapi é uma Conferência Internacional dedicada à Ecologia e Gestão de Invasões de Plantas Exóticas. Realizada a cada dois anos, reúne pesquisadores de diversos países engajados em projetos de identificação e manejo de espécies exóticas invasoras. Seu objetivo é avaliar e reduzir os impactos dessas espécies sobre a flora nativa. Em 2025, o evento terá lugar na Nova Zelândia.