Sema e Inema participam de plenária do Fórum Estadual de Convivência com o Semiárido

18/12/2023
Com o objetivo de fortalecer as ações do Governo do Estado no âmbito do plano emergencial para monitoramento e enfrentamento dos impactos da seca, a Secretaria do Meio Ambiente (Sema) e o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) participaram, no dia 13, da 1ª Plenária do Fórum.

O encontro ocorreu durante a programação da 14ª Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária, no bairro do Costa Azul, liderada pela coordenação de acompanhamento de políticas de inclusão socioprodutiva e sustentabilidade da Casa Civil.

Além das ações emergências, nos municípios impactados, a plenária ainda abordou a integração e intersecção do Plano Estadual de Convivência com o Semiárido (PECSA) com outros planos, como o Plano Estadual de Segurança Hídrica (PESH) e o Plano Estadual de Combate à Desertificação é Mitigação dos Efeitos da Seca (PAE-Bahia).

“Foi um momento em que cada instituição apresentou suas iniciativas relacionadas à mitigação dos efeitos da seca, bem como para intensificar a transversalidade das políticas e programas e suas conexões com a política estadual de convivência com o semiárido. Da Sema temos como exemplos os programas Bahia + Verde, Bahia Sem Fogo e o Programa Água Doce, que norteiam práticas efetivas de transição energética, social e ambiental”, pontuou o Superintendente de Políticas e Planejamento Ambiental da Sema, Tiago Porto.

O diretor de Recursos Hídricos e Monitoramento Ambiental do Inema, Antonio Martins, e o meteorologista Aldirio Almeida apresentaram os trabalhos realizados pela Sala de Situação, uma estrutura destinada ao monitoramento de eventos críticos. “A equipe do Inema elabora, diariamente, boletins meteorológicos, previsão do tempo, Monitor de Focos de Calor e também produz o Monitor de Secas. Com as informações geradas é possível, por exemplo, identificar os locais mais críticos no estado em relação às temperaturas, estiagem das chuvas e focos de incêndios florestais, informações essenciais para que os órgãos envolvidos diretamente na prevenção, mitigação e combate, possam definir ações imediatas”, explicou Martins.
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