01/03/2024
Cerca de 34 animais da fauna brasileira foram devolvidos a natureza nesta sexta-feira (01), em mais uma ação de soltura realizada pelo Centro Estadual de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema).
Dentre as espécies contempladas nesta etapa de reintrodução estão: jiboia; cobra-cega; cascavel; jararaca; iguana-verde; cágado-de-barbicha; cágado-pescoço-de-cobra; corujinha-do-mato; gavião-carcará; gavião-carrapateiro; coruja-murucututu; socozinho; gavião-pernilongo; sariguê-orelhas-pretas e ouriço-preto. As espécimes chegaram ao Centro por meio de entrega voluntária, resgate e apreensão.
O novo habitat escolhido foi a Área de Soltura de Animais Silvestres (ASAS), situada na maior Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) do litoral norte da Bahia: RPPN Lontra. Um tesouro escondido entre os municípios de Entre Rios e Itanagra, destaca-se como um bastião da biodiversidade na região. Com seus vastos 1.377 hectares de extensão, é um refúgio para uma miríade de espécies, algumas das quais raras e ameaçadas de extinção.
Pertencente à Bracell, a RPPN Lontra não só oferece um santuário seguro para a vida selvagem, mas também serve como uma fonte valiosa de dados para pesquisas científicas, ajudando a compreender e proteger ainda mais a biodiversidade da região. O processo de seleção das ASAS ocorre de forma específica, avaliando a reserva ambiental em questão e comparando com o bioma de origem da espécie que será encaminhada para a soltura.
Liderando a ação de soltura, o biólogo Haeliton Cerqueira reforça a importância da reintrodução dos animais na natureza, salientando que cada uma das espécies desempenham papéis ecológicos fundamentais para manutenção dos ecossistemas. "Tendo em vista que um dos maiores impactos para a conservação silvestre, é a fragmentação dos habitats, a relocação dos espécimes em áreas protegidas, com disponibilidade de recursos, como existem nas ASAS cadastradas pelo Inema, tendo um papel fundamental para contrapor esse e os mais diversos desafios ambientais", sinaliza Haeliton.
Resgate
O CETAS, com suas sedes em Salvador e Cruz das Almas, é um ponto de referência na proteção da vida selvagem, resgatando animais feridos, vítimas de maus-tratos ou que necessitam de cuidados especiais. Além disso, oferece um canal para entrega voluntária de animais silvestres, garantindo que aqueles que se encontram longe de seu habitat natural tenham a chance de voltar à liberdade.
Durante a ação de soltura, o resgate do CETAS foi acionado em regiões próximas. Na oportunidade, biólogo e equipe se deslocaram aos locais para viabilizar a entrega voluntária de forma segura das espécimes.
Dentre os animais entregues, consta um filhote de cuica, um filhote de quero-quero, um bacurau e um cagado cabeça-de-cobra. Os animais foram encaminhados para o Centro de Triagem de Salvador para avaliação clínica e posterior soltura em habitat natural.
Dentre as espécies contempladas nesta etapa de reintrodução estão: jiboia; cobra-cega; cascavel; jararaca; iguana-verde; cágado-de-barbicha; cágado-pescoço-de-cobra; corujinha-do-mato; gavião-carcará; gavião-carrapateiro; coruja-murucututu; socozinho; gavião-pernilongo; sariguê-orelhas-pretas e ouriço-preto. As espécimes chegaram ao Centro por meio de entrega voluntária, resgate e apreensão.
O novo habitat escolhido foi a Área de Soltura de Animais Silvestres (ASAS), situada na maior Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) do litoral norte da Bahia: RPPN Lontra. Um tesouro escondido entre os municípios de Entre Rios e Itanagra, destaca-se como um bastião da biodiversidade na região. Com seus vastos 1.377 hectares de extensão, é um refúgio para uma miríade de espécies, algumas das quais raras e ameaçadas de extinção.
Pertencente à Bracell, a RPPN Lontra não só oferece um santuário seguro para a vida selvagem, mas também serve como uma fonte valiosa de dados para pesquisas científicas, ajudando a compreender e proteger ainda mais a biodiversidade da região. O processo de seleção das ASAS ocorre de forma específica, avaliando a reserva ambiental em questão e comparando com o bioma de origem da espécie que será encaminhada para a soltura.
Liderando a ação de soltura, o biólogo Haeliton Cerqueira reforça a importância da reintrodução dos animais na natureza, salientando que cada uma das espécies desempenham papéis ecológicos fundamentais para manutenção dos ecossistemas. "Tendo em vista que um dos maiores impactos para a conservação silvestre, é a fragmentação dos habitats, a relocação dos espécimes em áreas protegidas, com disponibilidade de recursos, como existem nas ASAS cadastradas pelo Inema, tendo um papel fundamental para contrapor esse e os mais diversos desafios ambientais", sinaliza Haeliton.
Resgate
O CETAS, com suas sedes em Salvador e Cruz das Almas, é um ponto de referência na proteção da vida selvagem, resgatando animais feridos, vítimas de maus-tratos ou que necessitam de cuidados especiais. Além disso, oferece um canal para entrega voluntária de animais silvestres, garantindo que aqueles que se encontram longe de seu habitat natural tenham a chance de voltar à liberdade.
Durante a ação de soltura, o resgate do CETAS foi acionado em regiões próximas. Na oportunidade, biólogo e equipe se deslocaram aos locais para viabilizar a entrega voluntária de forma segura das espécimes.
Dentre os animais entregues, consta um filhote de cuica, um filhote de quero-quero, um bacurau e um cagado cabeça-de-cobra. Os animais foram encaminhados para o Centro de Triagem de Salvador para avaliação clínica e posterior soltura em habitat natural.