18/09/2024
Duas aves jacucacas (Penelope jacucaca) em risco de extinção foram resgatadas e tratadas pela equipe do Centro Estadual de Triagem de Animais Silvestres (CETAS), órgão gerido pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) embarcaram na segunda-feira (16), no aeroporto de Salvador com destino à Fundação Hermann Weege – Zoológico de Pomerode (SC). A instituição colabora com iniciativas de manejo ex-situ (sob cuidados humanos), voltadas à conservação de espécies ameaçadas.
As aves foram apreendidas em setembro de 2020 e transferidas da Unidade Regional do Inema de Seabra para o CETAS de Cruz das Almas. Lá, elas passaram por exames iniciais, acompanhamento e manejo. O veterinário do órgão, Paulo Baiano, explicou que após essa etapa, as aves foram transferidas para o CETAS de Salvador.
“Realizamos uma triagem completa, avaliação veterinária e, posteriormente, as aves foram colocadas em quarentena. Após verificarmos que estavam saudáveis e sem sinais clínicos preocupantes, elas foram encaminhadas ao viveiro, onde continuaram sob nossos cuidados, recebendo alimentação adequada, manejo e acompanhamento clínico regular”, relatou Baiano.
Antes de determinar a destinação das aves, foi necessário avaliar seu estado de saúde e o comportamento em cativeiro, além de verificar se havia condições adequadas para a soltura em área natural. No caso dessas aves, que permaneceram em ambiente cativo por um longo período, optou-se por outra abordagem.
Seguindo as orientações do Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga (PAN), coordenado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e pela Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil (AZAB), com especialistas envolvidos no PAN, decidiu-se pelo envio das aves ao Zoológico de Pomerode. A instituição possui condições adequadas para trabalhar com a conservação da espécie em ambiente controlado.
“O zoológico é uma instituição conservacionista que, embora trabalhe com animais fora de seu habitat natural, desempenha um papel importante na preservação das espécies. Essa é uma forma de garantir a perpetuação da jacucaca”, concluiu Baiano.
Foto: Zoo Pomerode/Divulgação
As aves foram apreendidas em setembro de 2020 e transferidas da Unidade Regional do Inema de Seabra para o CETAS de Cruz das Almas. Lá, elas passaram por exames iniciais, acompanhamento e manejo. O veterinário do órgão, Paulo Baiano, explicou que após essa etapa, as aves foram transferidas para o CETAS de Salvador.
“Realizamos uma triagem completa, avaliação veterinária e, posteriormente, as aves foram colocadas em quarentena. Após verificarmos que estavam saudáveis e sem sinais clínicos preocupantes, elas foram encaminhadas ao viveiro, onde continuaram sob nossos cuidados, recebendo alimentação adequada, manejo e acompanhamento clínico regular”, relatou Baiano.
Antes de determinar a destinação das aves, foi necessário avaliar seu estado de saúde e o comportamento em cativeiro, além de verificar se havia condições adequadas para a soltura em área natural. No caso dessas aves, que permaneceram em ambiente cativo por um longo período, optou-se por outra abordagem.
Seguindo as orientações do Plano de Ação Nacional para a Conservação das Aves da Caatinga (PAN), coordenado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e pela Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil (AZAB), com especialistas envolvidos no PAN, decidiu-se pelo envio das aves ao Zoológico de Pomerode. A instituição possui condições adequadas para trabalhar com a conservação da espécie em ambiente controlado.
“O zoológico é uma instituição conservacionista que, embora trabalhe com animais fora de seu habitat natural, desempenha um papel importante na preservação das espécies. Essa é uma forma de garantir a perpetuação da jacucaca”, concluiu Baiano.
Foto: Zoo Pomerode/Divulgação