27/05/2025
Neste 27 de maio, Dia Nacional da Mata Atlântica, o Governo da Bahia reafirma seu compromisso com a proteção e a recuperação de um dos biomas mais ameaçados do país. Reconhecida mundialmente por sua biodiversidade, a Mata Atlântica cobre uma faixa do território baiano que vai do litoral ao interior, sendo essencial para a preservação das nascentes, a regulação do clima, a fertilidade do solo e o abastecimento de água para milhões de pessoas. Também abriga culturas tradicionais, comunidades quilombolas e saberes ancestrais que coexistem de forma equilibrada com a natureza.
Diante do histórico de degradação e da pressão crescente sobre os remanescentes florestais, o estado tem intensificado suas ações como resposta à necessidade urgente de conter o desmatamento, promover o uso sustentável da terra e restaurar áreas degradadas. Entre essas iniciativas, destaca-se o Projeto KIT Sistemas Agroflorestais (SAF), coordenado pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema), em parceria com o Ministério do Meio Ambiente. O projeto busca estimular a implantação de sistemas agroflorestais para a recuperação de áreas degradadas, especialmente em Áreas de Preservação Permanente e Reserva Legal.
Para a superintendente de Inovação e Desenvolvimento Ambiental da Sema, Vânia Almeida, o projeto alia conservação ambiental e inclusão social, ao oferecer alternativas sustentáveis de produção para agricultores familiares e comunidades tradicionais. “Estamos investindo em ações integradas que envolvem educação ambiental, diálogo com comunidades e apoio à agricultura familiar, como o Projeto KIT SAF, que promove a restauração da floresta aliada à geração de renda. A proposta é incentivar a recuperação dessas áreas por meio de sistemas agroflorestais, visando não apenas a conservação da biodiversidade e a recuperação dos serviços ecossistêmicos, mas também os benefícios socioeconômicos, como a geração de renda para os agricultores e comunidades envolvidas", afirma.
Como parte da estratégia de fortalecimento da agenda ambiental, nos dias 3 e 4 de junho será realizada, em Jiquiriçá, a segunda capacitação sobre o Cadastro Estadual Florestal de Imóveis Rurais (CEFIR), com o objetivo de orientar agricultores sobre a regularização ambiental e melhores práticas de uso da terra. A atividade integra a programação da Semana Estadual do Meio Ambiente, organizada pela Sema.
No enfrentamento direto ao desmatamento ilegal e às queimadas, a Sema e o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) lideram a Caravana Bahia Sem Fogo, programa que percorre diversos municípios com ações educativas voltadas à prevenção e ao uso responsável do fogo. Em 2025, a iniciativa chega à sua segunda edição e, só no mês de maio, esteve em nove municípios da Chapada Diamantina. Em junho, a comitiva segue para o norte do estado.
A diretora-geral do Inema, Maria Amélia Lins, destaca que a Caravana é uma ferramenta de diálogo e conscientização fundamental para o enfrentamento da destruição florestal. “A Caravana representa uma ferramenta essencial para engajar produtores e comunidades na prevenção de queimadas e no enfrentamento ao desmatamento. Só por meio da conscientização coletiva podemos garantir a proteção do bioma e promover o desenvolvimento sustentável na Bahia”, destacou a gestora.
As ações do Governo do Estado também incluem uma forte atuação em educação ambiental, com foco em escolas, comunidades rurais e povos tradicionais, promovendo valores de conservação, uso sustentável da terra e respeito à diversidade biológica e cultural. Esse trabalho busca formar uma nova consciência ambiental e fortalecer o protagonismo das comunidades na defesa do território e da floresta.
Outro pilar é a fiscalização ambiental contínua, realizada com apoio de tecnologias de monitoramento e em articulação com diferentes esferas do poder público. O objetivo é coibir práticas ilegais, como o desmatamento e a exploração predatória dos recursos naturais, assegurando o cumprimento da legislação e o ordenamento do território.
Além dessas frentes, o estado mantém a gestão ativa de Unidades de Conservação estratégicas para a proteção da Mata Atlântica, como a Área de Proteção Ambiental (APA) Joanes-Ipitanga, o Parque Estadual da Serra do Conduru e a Estação Ecológica Wenceslau Guimarães — áreas que preservam a biodiversidade e garantem qualidade de vida às populações do entorno.
“Preservar a Mata Atlântica é um dever coletivo, que exige o engajamento de todos os setores da sociedade. A combinação de políticas públicas efetivas, diálogo com as comunidades, fiscalização contínua e estímulo à recuperação ambiental representa o caminho para assegurar a biodiversidade desse bioma”, enfatizou Maria Amélia.
Diante do histórico de degradação e da pressão crescente sobre os remanescentes florestais, o estado tem intensificado suas ações como resposta à necessidade urgente de conter o desmatamento, promover o uso sustentável da terra e restaurar áreas degradadas. Entre essas iniciativas, destaca-se o Projeto KIT Sistemas Agroflorestais (SAF), coordenado pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema), em parceria com o Ministério do Meio Ambiente. O projeto busca estimular a implantação de sistemas agroflorestais para a recuperação de áreas degradadas, especialmente em Áreas de Preservação Permanente e Reserva Legal.
Para a superintendente de Inovação e Desenvolvimento Ambiental da Sema, Vânia Almeida, o projeto alia conservação ambiental e inclusão social, ao oferecer alternativas sustentáveis de produção para agricultores familiares e comunidades tradicionais. “Estamos investindo em ações integradas que envolvem educação ambiental, diálogo com comunidades e apoio à agricultura familiar, como o Projeto KIT SAF, que promove a restauração da floresta aliada à geração de renda. A proposta é incentivar a recuperação dessas áreas por meio de sistemas agroflorestais, visando não apenas a conservação da biodiversidade e a recuperação dos serviços ecossistêmicos, mas também os benefícios socioeconômicos, como a geração de renda para os agricultores e comunidades envolvidas", afirma.
Como parte da estratégia de fortalecimento da agenda ambiental, nos dias 3 e 4 de junho será realizada, em Jiquiriçá, a segunda capacitação sobre o Cadastro Estadual Florestal de Imóveis Rurais (CEFIR), com o objetivo de orientar agricultores sobre a regularização ambiental e melhores práticas de uso da terra. A atividade integra a programação da Semana Estadual do Meio Ambiente, organizada pela Sema.
No enfrentamento direto ao desmatamento ilegal e às queimadas, a Sema e o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) lideram a Caravana Bahia Sem Fogo, programa que percorre diversos municípios com ações educativas voltadas à prevenção e ao uso responsável do fogo. Em 2025, a iniciativa chega à sua segunda edição e, só no mês de maio, esteve em nove municípios da Chapada Diamantina. Em junho, a comitiva segue para o norte do estado.
A diretora-geral do Inema, Maria Amélia Lins, destaca que a Caravana é uma ferramenta de diálogo e conscientização fundamental para o enfrentamento da destruição florestal. “A Caravana representa uma ferramenta essencial para engajar produtores e comunidades na prevenção de queimadas e no enfrentamento ao desmatamento. Só por meio da conscientização coletiva podemos garantir a proteção do bioma e promover o desenvolvimento sustentável na Bahia”, destacou a gestora.
As ações do Governo do Estado também incluem uma forte atuação em educação ambiental, com foco em escolas, comunidades rurais e povos tradicionais, promovendo valores de conservação, uso sustentável da terra e respeito à diversidade biológica e cultural. Esse trabalho busca formar uma nova consciência ambiental e fortalecer o protagonismo das comunidades na defesa do território e da floresta.
Outro pilar é a fiscalização ambiental contínua, realizada com apoio de tecnologias de monitoramento e em articulação com diferentes esferas do poder público. O objetivo é coibir práticas ilegais, como o desmatamento e a exploração predatória dos recursos naturais, assegurando o cumprimento da legislação e o ordenamento do território.
Além dessas frentes, o estado mantém a gestão ativa de Unidades de Conservação estratégicas para a proteção da Mata Atlântica, como a Área de Proteção Ambiental (APA) Joanes-Ipitanga, o Parque Estadual da Serra do Conduru e a Estação Ecológica Wenceslau Guimarães — áreas que preservam a biodiversidade e garantem qualidade de vida às populações do entorno.
“Preservar a Mata Atlântica é um dever coletivo, que exige o engajamento de todos os setores da sociedade. A combinação de políticas públicas efetivas, diálogo com as comunidades, fiscalização contínua e estímulo à recuperação ambiental representa o caminho para assegurar a biodiversidade desse bioma”, enfatizou Maria Amélia.