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Oficinas Temáticas PEF

Oficinas da 1ª Etapa: 1º Oficina – Sensibilização de Agentes Multiplicadores 2º Oficina – Matas Ciliares e Reserva Legal 3º Oficina – Uso do Solo e dos Recursos Florestais e  Adequação Ambiental da Propriedade Rural 4º Oficina – Elaboração de Projetos Oficinas da 2ª Etapa: 1º Oficina – Associativismo e Organização Social 2º Oficina – Educação Florestal e Educomunicação 3º Oficina – Unidades de Conservação
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Ciclo de Palestras PEF

O ciclo de palestras do PEF surgiu da necessidade de ampliar e enriquecer as discurssões junto à sociedade sobre a gestão do patrimônio florestal baiano, e traz em sua essência, a partir dos temas propostos, o estímulo da mobilização dos atores locais para reflexão e implantação de ações sustentáveis para preservação e conservação dos recursos naturais. O ciclo visa a formação de agentes multiplicadores e a capacitação e instrumentalização de pequenos produtores rurais, professores e alunos da rede pública de ensino e integrantes de instituições governamentais e organização da sociedade civil. Objetivo Geral Discutir a temática florestal como instrumento de estímulo a ações integradas sustentáveis que despertem a sociedade para empoderamento local no que diz respeitos às questões socioambientais. Temas Sustentabilidade das florestas Áreas de preservação permanente Biodiversidade dos biomas baianos (Caatinga / Mata Atlântica / Cerrado) Uso dos solos e dos recursos florestais   
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Calendário PEF

Calendário do Lançamento do PEF         MUNICÍPIO DATA Itagi 30/05/2008 Maracás 21/07/2008 Lafaiete Coutinho 04/07/2008 Barra do Rocha 04/08/2008 Jaguaquara 18/07/2008 Planaltino 31/07/2008           Calendário das Oficinas do PEF  1ª Etapa     TEMA PERÍODO MUNICÍPIOS CONTEMPLADOS Sensibilização de Agentes Multiplicadores 04 a 08/08/2008 Barra do Rocha, Itagi, Lafaiete Coutinho, Maracás, Jaguaquara Matas Ciliares e Reserva Legal 08 a 12/09/2008 Barra do Rocha, Itagi, Lafaiete Coutinho, Maracás, Jaguaquara Uso do Solo e dos Recursos Florestais / Adequação Ambiental da Propriedade Rural 21 a 24/10/2008 Barra do Rocha, Itagi, Lafaiete Coutinho, Maracás, Jaguaquara Elaboração de Projetos 17 a 21/11/2008 Barra do Rocha, Itagi, Lafaiete Coutinho, Maracás, Jaguaquara Sensibilização de Agentes Multiplicadores 30/10/2009 Planaltino                   2ª Etapa TEMA PERÍODO MUNICÍPIOS CONTEMPLADOS Associativismo e Organização Social 18 a 23/05/2009 Lafaiete Coutinho, Jaguaquara, Maracás, Barra do Rocha e Itagi Educação Florestal e Educomunicação 06 a 11/07/2009 Lafaiete Coutinho, Itagi, Barra do Rocha, Maracás e Jaguaquara Unidades de Conservação 10 a 14/08/2009 Lafaiete Coutinho, Jaguaquara, Maracás, Barra do Rocha e Itagi               Calendário dos Seminários de Avaliação do PEF   DATA MUNICÍPIO ANFITRIÃO MUNICÍPIOS PARTICIPANTES 05/12/2008 Maracás Lafaiete Coutinho, Jaguaquara, Maracás, Barra do Rocha e Itagi           Calendário dos Ciclos de Palestras do PEF   TEMA DATA MUNICÍPIO CONTEMPLADO Sustentabilidade das Florestas 28/03/2009 Itaibó e Florestal (*) Matas Ciliares 02/06/2009 Oriente Novo (*) Matas Ciliares 03/06/2009 Itaibó (*) Matas Ciliares 04/06/2009 Itajurú (*) Sustentabilidade das Florestas 29/07/2009 Itajurú(*) Sustentabilidade das Florestas 30/07/2009 Oriente Novo(*) Uso do Solo e dos recursos Florestais 20/10/2009 Itajurú e Oriente Novo(*) Uso do Solo e dos recursos Florestais 21/10/2009 Itaibó e Florestal(*)                   (*) Distritos rurais do município de Jequié
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Biodiversidade

Projeto Mata Branca Projeto Biomas e Ecossistemas da Bahia Projeto Corredores Ecológicos
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Projeto Mata Branca

O Projeto Mata Branca é promovido pelas secretarias estaduais do Meio Ambiente (Sema), do Desenvolvimento e Integração Regional (Sedir), através da CAR, e Fundação Luís Eduardo Magalhães (Flem), em conjunto com o Conselho de Política e Gestão do Meio Ambiente (Conpam) cearense. Seu objetivo é contribuir para a preservação, conservação e manejo sustentável da biodiversidade do Bioma Caatinga nos Estados da Bahia e do Ceará, melhorando simultaneamente a qualidade de vida de seus habitantes através da introdução de práticas de desenvolvimento sustentável. O Bioma Caatinga é único no mundo. Apresenta uma grande variedade de paisagens, riquezas biológicas e endemismos. Em conjunto, os estados da Bahia e do Ceará detêm cerca de 60% da sua área total. Cerca de 70% da população do Ceará reside na área do Bioma, enquanto que na Bahia o índice é de 50%. A principal causa apontada para a degradação dos recursos naturais renováveis desse Bioma é a pressão antrópica sob as mais variadas formas de uso, com intensidade e freqüência superiores à capacidade de regeneração natural dos mesmos. Para contribuir para a redução da pressão antrópica e conseqüente redução da degradação dos recursos naturais nesta área, o Projeto Mata Branca está estruturado nos seguintes componentes: 1) Apoio a instituições e políticas públicas para Gestão Integrada do Ecossistema; 2) Subprojetos Demonstrativos: promoção de práticas de Gestão Integrada do Ecossistema; e 3) Monitoramento & Avaliação (M&A), Disseminação e Gestão do Projeto. Galeria de Fotos
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Projeto Biomas e Ecossistemas da Bahia

A Bahia é o único estado brasileiro que possui cinco biomas diferenciados: Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica e mais os biomas Costeiro e Marinho. Em abril de 2007, a Secretaria do Meio Ambiente, em parceria com diversas instituições e pessoas que trabalham nesses biomas, lançou o Projeto Biomas e Ecossistemas da Bahia – PEBA. Trata-se de uma iniciativa da Sema que objetiva conhecer melhor os biomas e ecossistemas baianos, seus problemas e potencialidades, e formular políticas públicas para a conservação da fauna e flora, bem como a sustentabilidade socioambiental das comunidades que vivem nesses territórios, promovendo assim uma relação com os bens naturais economicamente viáveis, ecologicamente equilibrada, socialmente justa e referenciada. Na sua primeira etapa (2007), o projeto está estruturado em quatro seminários, realizados em cidades estratégicas dos biomas baianos: Caatinga, Mata Atlântica, Manguezal (ecossistema associado à Mata Atlântica) e Cerrado. Além de dois produtos objetivos dos Seminários (um livro e um documentário sobre o Bioma), a Sema estará revisando o planejamento de suas políticas socioambientais de forma a atender as demandas geradas nos encontros. No Ano II do PEBA (2008) serão realizadas oficinas de educação ambiental com as comunidades do Cerrado, da Caatinga, da Mata Atlântica e das Áreas de Manguezal, particularmente os povos e comunidades tradicionais e os moradores das áreas de Unidades de Conservação e de seus entornos. Veja mapa dos biomas e ecossistemas da Bahia.
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Corredor Central da Mata Atlântica

O Corredor Central da Mata Atlântica - CCMA vem sendo reconhecido internacionalmente pela Unesco por sua importância para a conservação da biodiversidade. Grande parte de sua extensão está incluída na Reserva da Biosfera da Mata Atlântica - RBMA e no Sítio do Patrimônio Mundial Natural da Costa do Descobrimento. No plano nacional, a região é protegida por uma série de unidades de conservação, através de um mosaico de unidades de proteção integral associadas às unidades de uso sustentável. No âmbito do Projeto Corredores Ecológicos - MMA, foi definido como prioridade a implementação de Mini-Corredores no CCMA, sendo que a Área Focal Abrolhos foi selecionada como Corredor Marinho Demonstrativo. O presente projeto tem como meta fornecer subsídios técnicos para o planejamento em mosaico das Áreas Marinhas Protegidas e consolidação do primeiro Corredor Marinho no Brasil, em uma das regiões mais importantes em termos de biodiversidade de todo o oceano Atlântico Sul Ocidental. O estabelecimento de uma rede de reservas marinhas deve levar em consideração os múltiplos níveis de informação sobre a biodiversidade, processos ecológicos, e fatores sócio-econômicos. Este projeto pressupõe a construção de uma estratégia que promova a compatibilização das atividades humanas com a utilização sustentável dos recursos naturais e a conservação da biodiversidade dos ecossistemas marinhos e costeiros que se estendem ao longo do Corredor Central da Mata Atlântica.
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Localização Corredores Ecológicos

Na Bahia, o Projeto Corredores Ecológicos possui uma Unidade de Coordenação Estadual – UCE BA que está vinculada ao Inema e tem por objetivo coordenar as ações do projeto no âmbito do CCMA Bahia dando apoio técnico, institucional e acompanhando as ações dos executores.
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Projeto Corredores Ecológicos

O Projeto Corredores Ecológicos, componente do Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais Brasileiras – PPG 7, tem como principal objetivo a conservação in situ da diversidade biológica das florestas tropicais do Brasil, por meio da integração de Unidades de Conservação públicas e privadas em “corredores ecológicos” selecionados. Os Corredores Ecológicos são definidos, neste Projeto, como grandes áreas marinhas e florestais biologicamente prioritários e viáveis para a conservação da diversidade biológica, compostos por conjuntos de Unidades de Conservação, Terras Indígenas e Áreas de Interstício. Até o momento, foram selecionados dois corredores: o Corredor Central da Amazônia e o Corredor Central da Mata Atlântica. Este Projeto apresenta uma nova estratégia de conservação da biodiversidade, indo além do paradigma das “ilhas biológicas” constituídas pelas unidades de conservação, para propor o manejo integrado de grandes extensões territoriais mediante o uso gradativo de seus recursos, desde a conservação estrita até o aproveitamento sustentado. A motivação para este Projeto vem da constatação de que o atual sistema de áreas protegidas isoladas, administradas pelo Governo e cercadas por uma paisagem onde pouco ou nenhum controle é exercido sobre as atividades de desenvolvimento não é suficiente para assegurar a proteção da diversidade biológica. O fundamento básico do conceito de corredores está na potencialização da conectividade entre áreas protegidas por políticas integradas e de fomento a projetos que envolvam, além dos sistemas tradicionais de áreas protegidas, parques e reservas de uso restrito, também as áreas de interstício entre elas e as terras indígenas. Sendo assim, o conceito de corredor ecológico exige uma visão sistêmica em que partes diferenciadas, com papéis específicos, atuem no processo de construção de um espaço maior de conservação. Corredor Central da Mata Atlântica Localização UCE Leia mais sobre os Corredores Ecológicos.
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Caracterização da Zona Costeira do Brasil

A Zona Costeira brasileira, que compreende uma faixa de 8.698 km de extensão e largura variável, contempla um conjunto de ecossistemas contíguos sobre uma área de aproximadamente 388 mil km². Abrange uma parte terrestre, com um conjunto de municípios selecionados segundo critérios específicos, e uma área marinha, que corresponde ao mar territorial brasileiro, com largura de 12 milhas náuticas a partir da linha de costa. Essa faixa stricto sensu concentra quase um quarto da população do País, em torno de 36,5 milhões de pessoas (segundo a Contagem da População de 1996) abrigadas em cerca de 400 municípios, com uma densidade média de 87hab/km², cinco vezes superior à média nacional (17 hab./km²). O número de habitantes em áreas urbanas correspondia, em 1991, a 87,66% do total, destacando-se que treze das dezessete capitais dos estados litorâneos situam-se à beira-mar. As atividades econômicas costeiras são responsáveis por cerca de 70% do PIB nacional. A Zona Costeira brasileira pode ser considerada uma região de contrastes, constituindo-se, por isso, um campo privilegiado para o exercício de diferentes estratégias de gestão ambiental. Por um lado, são encontradas nessa região, áreas onde coincidem intensa urbanização, atividades portuária e industrial relevantes e exploração turística em larga escala (casos das metrópoles e centros regionais litorâneos, em grande parte, localizadas em áreas estuarinas e baías, centros difusores dos primeiros movimentos de ocupação do Brasil, por constituírem, naturalmente, áreas abrigadas). Nesses locais, definem-se, em geral, quadros problemáticos do ponto de vista da gestão ambiental, demandando ações de caráter corretivo, com a mediação dos "múltiplos conflitos de uso" dos espaços e recursos comuns e de controle do impacto sobre o ambiente marinho, decorrente de poluição e contaminação por diferentes tipos e fontes. Por outro lado, esses espaços são permeados por áreas de baixa densidade de ocupação e ocorrência de ecossistemas de grande significado ambiental, que, no entanto, vêm sendo objeto de acelerado processo de ocupação, demandando ações preventivas, de direcionamento das tendências associadas à dinâmica econômica emergente (a exemplo do turismo e da segunda residência) e o reflexo desse processo na utilização dos espaços e no aproveitamento dos respectivos recursos. Nas duas situações, o elemento comum está na diversidade dos problemas, na fragilidade dos ambientes encontrados e na complexidade de sua gestão, com uma demanda enorme por capacitação e mobilização dos diversos atores envolvidos, pressupondo intervenções integradas, redirecionadoras das políticas públicas nacionais incidentes nessa região. Fonte: MMA - Ministério do Meio Ambiente
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