Gestão Estratégica, Direito e Tecnologia foram temas debatidos na PGE

20/08/2019


Com o objetivo de debater o tema ‘Gestão Estratégica, Direito e Tecnologia’, a Procuradoria Geral do Estado da Bahia promoveu, na tarde desta terça-feira (20), a reapresentação das palestras proferidas pelo procurador Bruno Costa e pelos servidores Eduardo Brandão e Paulo Rogério Britto durante o III Encontro Nordeste de Advocacia Pública.


‘A execução fiscal na era digital. Novas ferramentas tecnológicas para a eficiência e eficácia das execuções fiscais’ foi a temática abordada pelo procurador, que discorreu sobre o que chamou de era pós digital. Bruno Costa falou sobre os avanços tecnológicos e a forma como o ser humano produz e consome informação no mundo atual.


“Não podemos ser meros usuários da tecnologia, precisamos conhecer. Principalmente os aspectos que envolvem nossa área de atuação. A tecnologia hoje já está de mãos dadas com o Direito. Se não nos prepararmos seremos engolidos pelo Judiciário”, declarou o procurador destacando ainda que o cenário da tecnologia aplicado ao Direito é extremamente promissor.


Bruno Costa afirmou também que o repetitivo não terá espaço nesta nova era e, portanto, é preciso que cada profissional consiga resignificar sua atuação. “Se não tomarmos nenhuma providência continuaremos trabalhando com volume e sem resultados. Precisamos recorrer as ferramentas que temos disponíveis hoje para aumentar nossa produtividade, caso contrário ficaremos atuando em processos sem nenhuma resolutividade”, analisou.


Ainda na tarde desta terça-feira, os servidores Eduardo Brandão e Paulo Rogério Britto, da Coordenação de Gestão Estratégica, discorreram sobre ‘Inteligência Artificial e gestão estratégica das Procuradorias Gerais’.


Os servidores explicaram o conceito de inteligência artificial e apresentaram diversos setores que já utilizam este recurso hoje no mundo. Eduardo Brandão e Paulo Rogério Britto falaram sobre aprendizagem de máquina e explicaram como fazer a mesma aprender para tomar decisões. De acordo com os palestrantes,  é um processo que vai se retroalimentando, um aprendizado constante.


Os servidores atentaram ainda para a necessidade de identificar erros e reprogramar a máquina sempre que necessário e de aplicar o raciocínio em cima do que se tem para obter melhores resultados.



Fonte: ASCOM/PGE




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