Reunidos em 26 Núcleos Territoriais de Educação da Bahia, professores (as) de matemática participaram, nesta quinta –feira (24), do segundo encontro presencial da ação formativa AC Territorial. A iniciativa contribui para o desenvolvimento de práticas que propiciam a recomposição das aprendizagens dos estudantes da rede estadual.
A formação aconteceu em todos os NTEs, com exceção do 27, com o apoio da equipe de formadores do IAT. No NTE 27, as atividades acontecem na semana seguinte, nos dias 30 e 31 de julho.
A iniciativa possibilitou que os professores ampliassem seus conhecimentos acerca da Gestão da Aprendizagem, Guia Bahia e dos Mapas de Progresso, que irão contribuir para a organização na progressão curricular da Rede, com base no Documento Curricular Referencial da Bahia – DCRB.
“Estou achando maravilho ter estes encontros territoriais de AC. São momentos de troca de experiências, de ouvir os colegas e de ver que o que a gente está passando em sala de aula hoje é algo comum e que a gente tem de buscar solução”, afirmou a professora Ronilda Silva Nunes, do Colégio Estadual Monsenhor Turíbio Vila Nova, de Bom Jesus da Lapa (NTE 02).
“Estamos compartilhando informações e ideias para podermos trabalhar os descritores e as habilidades com os nossos alunos e conseguir o melhor desenvolvimento deles nestas provas que estão por vir. Gostei bastante da formação. É sempre bom compartilhar experiências com pessoas que possuem conhecimentos diferentes dos nossos. Foi muito proveitoso. Aprendemos muito e poderemos ajudar a melhorar a educação da Bahia”, contou a professora Nathana de Almeida Santos, do Colégio Estadual Sete Sertão da Natuba, do município de Nova Soure (NTE 17).
Promovida pela Secretaria da Educação do Estado da Bahia, por meio do Instituto Anísio Teixeira, a atividade tem como objetivo realizar um diálogo pedagógico com os educadores (as) de Língua Portuguesa e Matemática acerca das suas práticas e sobre como aprofundar estratégias sobre gestão e e recomposição das aprendizagens.
“A formação é enriquecedora e muito interessante. Nela tivemos muitas partilhas sobre gestão e recomposição de aprendizagens e, hoje, as formadoras trouxeram abordagens voltadas para as avaliações externas e construção de itens de respostas. Pudemos entender o peso e a necessidade da proficiência da nossa rede. Isso é muito importante, porque nós professores precisamos saber os pontos de fragilidade dos nossos alunos para trabalhar, cada dia mais, para que eles melhorem os seus aprendizados”, explicou a professora Ana Paulo Souza, do Colégio Estadual de Tempo Integral Albercio da Costa Brito, em Ituaçu (NTE 13).
“Estas formações têm me ajudado a inovar nas minhas aulas. Algumas sequências e atividades eu já conhecia, mas sempre tem algo novo que nos incentiva a fazer diferente”, destacou o professor Gerinaldo Santos Ferreira, do Colégio Estadual Polivalente de Conceição do Coité (NTE 04).