Com o objetivo de formar educadores da rede estadual e municipais da Bahia, via regime de colaboração, na utilização de laboratórios escolares como ferramentas pedagógicas alinhadas ao Currículo de Educação Científica da Bahia, a Secretaria da Educação do Estado da Bahia, por meio do Instituto Anísio Teixeira, iniciará, neste mês de abril, a formação ‘Vamos pro LAB’.
A ação formativa, que tem carga horária de 60h, sendo 12 presencial e 48 online, contemplará os 27 Núcleos Territoriais de Educação e formará, até o mês de julho de 2025, cerca de 500 educadores. As atividades presenciais acontecerão em 12 polos, conforme cronograma a ser divulgado posteriormente.
A primeira edição da ação formativa acontece nos dias 24 e 25 de abril, no Colégio Estadual Mãe Stella, situado em Salvador, para 20 professores do NTE 26.
Na oportunidade os docentes participarão de oficinas temáticas sobre Introdução aos Laboratórios Escolares, Segurança em Laboratórios e Integração do Laboratório ao Planejamento Pedagógico e terão acesso a uma mostra interativo composta por chroma key, experimentos com arduino (programação e eletrônica), assimétricos, makey makey e recursos de Inteligência artificial.
“Trata-se de uma iniciativa que tem como objetivo fortalecer o uso dos laboratórios escolares como espaços de aprendizagem criativa, investigação científica e inovação. Com carga horária de 60 horas, a formação conecta teoria e prática, alinhada ao Currículo de Educação Científica da Bahia, e ajudará a fortalecer a atuação docente e o protagonismo dos laboratórios nas escolas”, afirmo o coordenador de Aprendizagem Criativa e Cultura Maker do IAT, Arlindo Santiago.
A formação
A formação irá estimular o desenvolvimento de projetos que modelem soluções sustentáveis, partindo de problemas concretos e reais, e a ampliação da adoção da abordagem STEAM nas práticas pedagógicas da rede.
Fundamentado na BNCC, o Currículo prioriza o pensamento crítico, a investigação científica, a interdisciplinaridade, a sustentabilidade e o letramento científico, integrando metodologias ativas como STEAM e ABP (Aprendizagem Baseada em Problemas/Projetos). A formação ofertada atua como um instrumento estratégico para operacionalizar esses princípios, garantindo que os laboratórios sejam espaços de inovação, inclusão e prática científica contextualizada.