Durante três dias, o Colégio Estadual Duque de Caxias se transformou em um verdadeiro polo de ciência aplicada e conhecimento compartilhado. A Feira de Ciências, Arte e Cultura da escola deste ano trouxe como enfoque central o fazer científico, o protagonismo juvenil e a sustentabilidade como eixo de transformação social. O evento reuniu estudantes, professores, universidades, instituições públicas e privadas, em uma celebração de saberes, trocas de experiências e articulação entre escola e comunidade.
Após a cerimônia oficial de abertura, na quarta-feira (6), conduzida pela gestão e coordenação escolares, o consultor do Sebrae, Rodrigo Rodrigues, ministrou palestra com o tema “Sustentabilidade e inovação”. Na sequência, o advogado Kelvin Vinícius Pereira abordou conteúdos relevantes sobre ética nas redes, com a palestra “O peso das palavras na era digital”.
Ao longo da programação, os estudantes participaram de atividades práticas e interativas, como "Biojoias artesanais", com a Associação Baiana de Arteterapia, demonstrando como a arte pode ser aliada à sustentabilidade; "Compostagem doméstica e produção de biofertilizantes", com a participação de representantes do Centro Universitário Maurício de Nassau (Uninassau) e da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), que também realizaram o plantio de mudas com os estudantes; "Workshop de carreira", promovido pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL), que orientou os jovens sobre futuro profissional e mercado de trabalho; e o programa “Corra para o abraço”, promovido pela ONG Dignivida, que discutiu políticas públicas e cidadania.
A Feira de Ciências, Arte e Cultura do Colégio Estadual Duque de Caxias reafirmou a potência da educação pública quando aliada à pesquisa, à criatividade e ao envolvimento comunitário.