17/11/2022
O Programa Corra pro Abraço, da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social da Bahia (SJDHDS), realizou na tarde de quarta-feira (16), uma mostra de Teatro, no espaço Cabaré dos Novos do Teatro Vila Velha, com o título “Por Trás de Cada Olhar”.
“O processo criativo foi pensado para todes e por isso leva esse nome: para adolescentes, pessoas trans, senhores, senhoras, homens e mulheres: qualquer pessoa que estivesse afim de mergulhar nessa experiência de sentindos”, explicou Merry Batista, arte educadora do Corra.
Buscando refletir e expressar suas vivências do dia a dia, o cenário foi composto por cartazes que continham palavras de ordem como "Não fique em silêncio", "Nossos mortos tem voz". Vivendo um momento de protagonismo, elas levaram para o palco toda a sua emoção e a vontade de fazer teatro.
“Chorei no final do espetáculo, pela presença da minha filha e da minha neta aqui me assistindo. Porque foi um processo de ensaio com erros e acertos, e hoje conseguimos fazer bonito na apresentação final.” relatou Selma Maria, uma das assistidas do Programa Corra pro Abraço.
As assistidas do Programa Corra pro Abraço participaram de um conjunto de Oficinas de Arte-Educação, onde o tema foi: “Todes: Teatro do Oprimido no desenvolvimento para uma experiência de sentidos''. Durante os encontros, elas mergulharam nas pesquisas de metodologias do Teatro do Oprimido, prática artística engajada com a educação, o político e o social, e puderam construir cenas a partir da reflexão sobre questões do cotidiano.
“O processo criativo foi pensado para todes e por isso leva esse nome: para adolescentes, pessoas trans, senhores, senhoras, homens e mulheres: qualquer pessoa que estivesse afim de mergulhar nessa experiência de sentindos”, explicou Merry Batista, arte educadora do Corra.
Buscando refletir e expressar suas vivências do dia a dia, o cenário foi composto por cartazes que continham palavras de ordem como "Não fique em silêncio", "Nossos mortos tem voz". Vivendo um momento de protagonismo, elas levaram para o palco toda a sua emoção e a vontade de fazer teatro.
“Chorei no final do espetáculo, pela presença da minha filha e da minha neta aqui me assistindo. Porque foi um processo de ensaio com erros e acertos, e hoje conseguimos fazer bonito na apresentação final.” relatou Selma Maria, uma das assistidas do Programa Corra pro Abraço.
Stefane Barros que é estudante do curso de formação universidade livre do teatro vila velha, também esteve na plateia, ficando bastante emocionada em ver mulheres mais velhas realizando o sonho de está em cena, mostrando toda sua força e representatividade. Em sua maioria, a mostra foi prestigiada pelo público que é atendido pelo Programa, pessoas em situação de rua, regressos do sistema prisional, pessoas em situação de vulnerabilidade, em sua maioria do território da Praça da Piedade.
Fonte
Ascom Corra Pro Abraço