Terceira edição do Conexão Mangabeira integra serviços públicos e debate racial em Feira de Santana

19/11/2025
Bahia Pela Paz
Divulgação Coletivos Bahia pela Paz

Ação itinerante do Coletivo Bahia pela Paz Mangabeira oferece atendimentos, formações e serviços de saúde em alusão ao Novembro Negro

A 3ª edição do Conexão Mangabeira atraiu, nesta quarta-feira (19), dezenas de pessoas à Associação de Moradores da Agrovila e Adjacências, em Feira de Santana, em uma iniciativa voltada à oferta de serviços públicos, orientação profissional e atividades formativas para jovens do território. Organizada pelo Coletivo Bahia pela Paz Mangabeira, a ação itinerante vem se consolidando como um dos principais pontos de aproximação entre famílias, rede socioassistencial e equipamentos públicos.

A programação ofereceu uma série de atendimentos e orientações, como informações sobre o Programa de Dignidade Menstrual, Carteira de Trabalho Digital, emissão do ID Jovem e apoio para cadastro em instituições de aprendizagem e estágio. Em alusão ao Novembro Negro, também foram realizadas oficinas formativas com a temática “Identidade racial, combate ao racismo e estratégias de enfrentamento”, promovendo debates e reflexões para a juventude do território.

A coordenadora do Coletivo Bahia pela Paz Mangabeira, Juliana Carmo, também destacou a parceria estabelecida para esta edição do Conexão Mangabeira, que contou com a presença da equipe da Unidade de Saúde da Família Videiras, realizando aferição de pressão e testes rápidos dentro da campanha Novembro Azul. “Foi uma tarde de ação intensa. Tivemos 34 pessoas acolhidas, que circularam pelos atendimentos, tiraram dúvidas sobre direitos e participaram das formações”, afirmou.

Entre os jovens atendidos estava Maycon Douglas, 16 anos, que conseguiu concluir seu primeiro cadastro na plataforma da ISBET, instituição de estágio e aprendizagem. “Fiz o cadastro aqui mesmo e já consegui agendar o atendimento. O pessoal me orientou direitinho. Quando essas coisas chegam para perto da gente, fica mais fácil. Ajuda muito”, disse o jovem, que tenta ingressar no mercado de trabalho.

A agente comunitária Rita de Cássia Pereira, que colaborou na mobilização territorial, avaliou a ação como um ponto de fortalecimento da relação entre comunidade e Coletivo. “A parceria funciona muito bem. A gente saiu visitando as casas, conversando com as famílias, chamando os jovens. Isso aproxima, gera confiança. Quando o projeto chega com informação e formação, os jovens vêm, participam e se sentem parte”, afirmou.

Fonte
Coletivos Bahia pela Paz
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